FEBRE AMARELA - INFORMATIVO - BH -MG -PITAHAYA DA NICARAGUA - LA CASADA INFIEL - FEDERICO GARCIA LORCA

FEBRE AMARELA 

AEDES AEGYPTI
 

Nota Informativa no 01/2017 – CIEVS/GEEPI/GVSI


Belo Horizonte, 12 de janeiro de 2017


O vírus da febre amarela é um arbovírus do gênero Flavivírus, da família

Flaviviridae. No ciclo silvestre da febre amarela, os primatas não humanos

(PNH), macacos, são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus. O

vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados. Não há

transmissão de pessoa a pessoa.

O quadro clínico típico caracteriza-se por um período de início súbito de febre,

calafrios, cefaléia, prostração, mialgia, náuseas e vômitos com duração de cerca

de três dias. Nos casos que evoluem com a forma grave da doença, após um

período curto de aparente melhora, instala-se quadro de insuficiência hepática e

renal, manifestações hemorrágicas, comprometimento do sensório e evolução

para coma e morte.


Situação epidemiológica em Minas Gerais

No dia 02 de janeiro de 2017 a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais

(SES-MG) foi notificada pelas Unidades Regionais de Saúde de Teófilo Otoni e

Coronel Fabriciano sobre a ocorrência de casos suspeitos de febre hemorrágica

a esclarecer nos municípios de sua jurisdição. A partir da notificação, também

foram identificados casos suspeitos na Unidade Regional de Saúde de

Manhumirim. Considerando as características clínicas, evolução rápida dos

casos, além do surgimento de notificações de epizootias (morte) em primatas, a

suspeita principal foi de febre amarela e seus diagnósticos diferenciais. Em 09 de

janeiro de 2017 a Unidade Regional de Saúde de Governador Valadares

notificou a ocorrência de epizootia em um município de sua jurisdição, ampliando

a área sob suspeita.


Assunto: FEBRE AMARELA EM MINAS GERAIS


Segundo o Informe Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado de Minas

Gerais do dia 11/01/17, até o momento, foram notificados 48 casos suspeitos,

destes 16 são casos prováveis, cujos pacientes apresentaram critério de caso

suspeito e com exame laboratorial preliminar reagente. Atualmente, foram

identificadas quatro Unidades Regionais de Saúde com registro de epizootias de

PNH e identificação de casos prováveis de febre amarela silvestre (Tabela 1).


* O termo “caso provável” significa que, apesar de exame laboratorial reagente para

a febre amarela, a confirmação final do caso demanda também investigação

epidemiológica, históricos de vacinação e deslocamento desses pacientes.


Vacinação

A vacina para febre amarela é composta por vírus vivo atenuado e, no Brasil,

está indicada para residentes ou viajantes de áreas com recomendação de

vacina. O esquema de rotina proposto pelo Programa Nacional de Imunizações

consiste na administração de uma dose da vacina aos nove meses de vida,

seguida de dose de reforço aos quatro anos. Acima dessa idade, considerar


imunizado o indivíduo que recebeu duas doses da vacina, sendo de 10 anos o

intervalo entre elas.


Para os residentes em Belo Horizonte, orienta-se:

- em crianças de até quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade, manter o

esquema de vacinação de rotina;

- em indíviduos com cinco anos de idade ou mais que já tenham recebido duas

doses de vacina, considerar adequadamente vacinado e não administrar dose

adicional;

- em indíviduos com cinco anos de idade ou mais, inclusive maiores de 60 anos,

que tenham recebido apenas uma dose da vacina, administrar uma ÚNICA dose

de reforço, 10 anos depois da primeira;

- em indivíduos com 60 anos e mais, que nunca foram vacinados ou sem

comprovante de vacinação deverá ser avaliado risco/benéfico da vacinação por

médico levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa

faixa etária, e/ou decorrente de comorbidades. A vacinação será mediante

prescrição médica.

- em gestantes, nutrizes de lactentes até seis meses de idade,

imunossuprimidos, pacientes com história de anafilaxia a ovo e pacientes com

doenças do timo contraindicar a vacina.


Recomenda-se que o deslocamento para áreas de risco sejam somente em


situações de grande necessidade.


Para viajantes que estejam se dirigindo às áreas com casos suspeitos ou

prováveis de febre amarela e epizootias de primatas não humanos:

- orienta-se procurar serviço de saúde para verificação e atualização do cartão de

vacina, conforme orientações acima.

- Pessoas com 60 anos e mais e que nunca foram vacinadas ou sem comprovante

de vacinação e que forem viajar para áreas de risco (tabela 1) devem receber

uma dose com precaução e serem devidamente acompanhadas em relação aos

eventos adversos. A vacinação será mediante prescrição médica.

- Pessoas com 60 anos e mais e que tenham recebido uma dose previamente:

aplicar a segunda dose, respeitando intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, sem


necessidade de avaliação médica prévia.

- Crianças entre 6 e 9 meses de idade apenas se forem viajar para áreas de risco

(tabela 1) devem receber uma dose da vacina, não sendo essa dose considerada

para a rotina, devendo ser mantido o esquema vacinal de 9 meses e 4 anos de

idade.

Ressalta-se que a vacina deve ser administrada com antecedência mínima de 10

dias da data da viagem, quando da primovacinação; pacientes revacinados não

necessitam qualquer intervalo entre a aplicação da vacina e a viagem. Para

pacientes que apresentem contraindicação à vacina, mas com deslocamento previsto

para áreas de casos suspeitos de febre amarela, poderá ser administrada a vacina

mediante apresentação de relatório do médico assistente indicando este

imunobiológico.

Notificação

Os casos suspeitos são de notificação imediata, o que é fundamental para que o

município adote rapidamente as medidas necessárias para diminuir o risco de

urbanização da doença, além das medidas rotineiras que o município executa, como

a intensificação do combate ao vetor, da vacinação entre outras. Notificação por

telefone ao distrito de referência de 8 às 18 horas e após este horário e nos finais de

semana e feriados, entrar em contato com o plantão do CIEVS-BH.


Contato das GEREPIS e CIEVS-BH

TELEFONE DO PLANTÃO E DAS VIGILÂNCIAS EPIDEMIOLÓGICAS


Barreiro:3277-5946/5921 Norte: 3277-7853

Centro-Sul: 3277-4331 Oeste: 3277-7082

Leste: 3277-4477 Pampulha: 3277-7938

Nordeste: 3277-6241/6242 Venda Nova: 3277-5413

Noroeste: 3277-7618/7647 Plantão CIEVS-BH 24h: 98835-3120


Equipe de elaboração:

Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde – CIEVS

Gerência de Epidemiologia e Informação – GEEPI

Coordenação de Imunização

Gerência de Vigilância em Saúde e Informação – GVSI

Gerência de Assistência - GEAS


PITAHAYAS DA NICARAGUA - MUDAS ENRAIZADAS

GUILLERMO -PLANTAÇÃO DE PITAHAYAS DA NICARAGUA - RUA ABDALLA YAKTINE 252 SANTA ISABEL SP
SEU JOÃO CARREGANDO -2000 MUDAS 

PARA CAMINHÃO DE BRUMADO BAHIA

PARTE DAS MUDAS - 1000 PARA SANTA BRANCA -SP

MUDAS DA PITAHAYA DA NICARAGUA - ENVIADAS PARA 
OURINHOS SP
PITAHAYA DA NICARAGUA - COR DA POLPA - GRENÁ
PITAHAYA DA NICARAGUA - OREJANA 
PATAHAYA DA NICARAGUA - CEBRA










Federico Garcia Lorca

La Casada Infiel

Y yo que me la llevé al río
creyendo que era mozuela
pero tenía marido.

Fue la noche de Santiago
y casi por compromiso.

Se apagaron los faroles
y se encendieron
los grillos.

En las últimas esquinas
toqué sus pechos dormidos,
y se me abrieron de pronto
como ramos de jacintos.

El almidón de su enagua
me sonaba en el oído
como una pieza de seda
rasgada por diez cuchillos.

Sin luz de plata en sus copas
los árboles han crecido,
y un horizonte de perros
ladra muy lejos del río.

Pasadas las zarzamoras,
los juncos y los espinos,
bajo su mata de pelo
hice un hoyo sobre el limo.

Yo me quité la corbata.
Ella se quitó el vestido.
Yo, el cinturón con revólver.
Ella, sus cuatro corpiños.

Ni nardos ni caracoles
tienen el cutis tan fino,
ni los cristales con luna
relumbran con ese brillo.

Sus muslos se me escapaban
como peces sorprendidos,
la mitad llenos de lumbre,
la mitad llenos de frío.

Aquella noche corrí
el mejor de
los caminos,
montado en potra de nácar
sin bridas y sin estribos.

No quiero decir, por hombre,
las cosas que ella me dijo.

La luz del entendimiento
me hace ser muy comedido.

Sucia de besos y arena,
yo me la llevé del río.

Con el aire se batían
las espadas
de los lirios.

Me porté como quien soy
como un gitano legítimo.

Le regalé un costurero
grande, de raso pajizo,
y no quise enamorarme
porque teniendo marido
me dijo que era mozuela
cuando la llevaba al río.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

PITAHAYA DA NICARAGUA - INFORMAÇÕES IMPORTANTES - RUA ABDALLA YAKTINE 252 SANTA ISABEL SP - CEL 11 99937 1852